A Casa Branca sinalizou esta manhã que usará parte da ajuda de US$700 bilhões para os bancos, para tirar a GM e a Chrysler do caminho da falência.
O sindicato dos empregados na indústria automobilística não quis ceder à proposta dos senadores republicanos para diminuirem salários e benefícios, e por isso não haverá ajuda vinda do Congresso. Os sindicalistas disseram que só renegociarão o seu contrato em 2011, quando termina.
Em separado, o Banco Central americano declarou esta manhã que está pronto a “prevenir a falência eminente” das empresas automobilísticas americanas.
Os congressistas republicanos são contrários à ajuda que Bush promete. Eles insistem que as empresas têm que reduzir os salários dos empregados ao nível dos pagos por Toyots, Honda e Nissan nos Estados Unidos, ou seja US$30,00/hora. As empresas americanos pagam esse salário em fábricas que não são ligadas ao sindicato, mas nas que são, a hora por empregado chega a US$69,00. Aí estão embutidos salários, pensões e plano de saúde para os funcionários ativos, mais a pensão e planos de saúde para 432 mil aposentados e suas esposas.
Mais na MSNBC.
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