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GM acaba com o Saturn.

1 out

Um carro que fez muito sucesso a ponto das pessoas que o possuiam buzinarem se saudando nas estradas, vai acabar.

A General Motors ia fazer uma associação com a Penske, com a intervenção da Renault, mas o conselho diretor da Renault não aprovou o consórcio.

Os funcionários da GM não perderão seus empregos, porque as fábricas do Saturn fabricam outros carros, mas haverá desemprego com o fechamento das 350 concessionárias.

GM está vendendo a Saturn para a Penske.

5 jun

Roger Penske, que já foi piloto de corrida, e tem uma equipe de Formula Indy, conversará esta manhã com o pessoal da Saturn para fechar a venda.

A divisão Saturn da GM tem bom conceito entre seus clientes.

Casa Branca vai acudir GM e Chrysler.

12 dez

 A Casa Branca sinalizou esta manhã que usará parte da ajuda de US$700 bilhões para os bancos, para tirar a GM e a Chrysler do caminho da falência.

O sindicato dos empregados na indústria automobilística não quis ceder à proposta dos senadores republicanos para diminuirem salários e benefícios, e por isso não haverá ajuda vinda do Congresso. Os sindicalistas disseram que só renegociarão o seu contrato em 2011, quando termina.

Em separado, o Banco Central americano declarou esta manhã que está pronto a “prevenir a falência eminente” das empresas automobilísticas americanas.

Os congressistas republicanos são contrários à ajuda que Bush promete. Eles insistem que as empresas têm que reduzir os salários dos empregados ao nível dos pagos por Toyots, Honda e Nissan nos Estados Unidos, ou seja US$30,00/hora. As empresas americanos pagam esse salário em fábricas que não são ligadas ao sindicato, mas nas que são, a hora por empregado chega a US$69,00. Aí estão embutidos salários, pensões e plano de saúde para os funcionários ativos, mais a pensão e planos de saúde para 432 mil aposentados e suas esposas.

Mais na MSNBC.

 

 

Obama quer a cabeça dos dirigentes das automobilísticas.

8 dez

O presidente eleito os acusou de “enterrarem a cabeça na areia” ao invés de enfrentar os problemas de frente.

O Senador Chris Dodd foi mais longe e pediu a demissão do Presidente da General Motors, Rick Wagoner.

Foi conseguido um acordo entre a Casa Branca e o Congresso para estancar as perdas das automobilísticas até março, afastando temporariamente o perigo de falência. Isso também dará tempo ao governo para preparar uma solução de longo prazo.

O número expressivo de novos desempregados de novembro foi um fator importante para se conseguir essa ajuda passageira.

Americanos contra ajuda financeira às automobilísticas: 61%.

4 dez

Os entrevistados são totalmente contra a ajuda. Uma queda grande dos números de um mês atrás, quando a metade dos americanos era a favor da ajuda.

Os americanos acham que salvar GM, Ford e Chrysler não vai ajudar a economia.

Apenas 15% acham que se as empresas declararem falência eles serão afetados.  Mais no CNN.

Num lance inesperado, o sindicato dos trabalhadores (UAW), que nunca em sua história fez qualquer tipo de concessão, ofereceu cortes em seus salários e benefícios para ajudarem as empresas a conseguirem a ajuda governamental. Mais no New York Times.

Rick Wagoner, presidente da GM, indo de Detroit para Washington num Chevy Maliby hibrido.

Rick Wagoner, presidente da GM, indo de Detroit para Washington num Chevy Maliby híbrido.

E as montadoras, o que darão em troca?

16 nov

O New York Times em editorial adverte aos democratas e ao presidente eleito que salvar as montadoras automobilística só fará sentido se elas se compromissarem a dar também muito em troca.

Elas precisam ser salvas porque dão trabalho direto a 250 mil pessoas, indireto a milhões de trabalhadores das indústrias de auto-peças e concessionárias, e sustentam mais de um milhão de aposentados e dependentes.

Mas para que o dinheiro não seja jogado fora, o governo precisa exigir um compromisso com carros mais econômicos e o abandono de carrões que devoram gasolina. A Toyota e a Honda compreenderam isso e estão sobrevivendo bem à crise. 

O governo deveria exigir que até 2020 os automóveis tenham o consumo médio de 50 milhas por galão, o mesmo que 21 quilômetros por litro. 

Além disso GM, Ford e Chrysler deveriam despedir seus executivos atuais, poibir o pagamento de dividendos aos seus acionistas e colocar limite nos salários do executivos. Elas vão precisar de uma completa reformulação.

 

Arranque! - Charge de Steve Benson.

"Arranque!" - Charge de Steve Benson.

Montadoras automobilísticas não terão ajuda do governo.

13 nov

Não haverá votos suficientes no Senado, reconhecem democratas, que são os defensores da idéia.

A situação se complica porque vários senadores republicanos, derrotados nas eleições, estão de saída e não quererão apoiar uma moção democrata. Alguns especialistas do setor acham que pelo menos uma das três grandes montadoras – GM, Ford e Chrysler – quebrará até que Barack Obama tome posse.

O Presidente Bush em discurso hoje em Wall Street advertiu os líderes mundiais e Barack Obama “para não tirar as lições erradas da crise econômica e regular em demasia os mercados e assim atravancar o livre comércio.

Mais aqui no New York Times.

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