O ditador declarou na semana passada à imprensa americana que o modelo econômico cubano não funciona. Depois quis corrigir, mas já havia dito.
Agora, reconhece na prática, ao projetar com seu irmão Raul a demissão de mais de 500.000 funcionários públicos cubanos, para abrir mais espaço para a iniciativa privada.
“O Estado é o maior empregador em Cuba, e a decisão de eliminar 20% de sua força de trabalho deixa muitos trabalhadores na incerteza em relação a seu futuro.
O governo assegurou que ninguém ficará desamparado e ofereceu recolocar os funcionários excedentes em outros setores que historicamente são deficitários de mão-de-obra no país, como a agricultura, a construção, a educação e a polícia, entre outros”, segundo esse artigo do Estado de São Paulo.
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