O papa vai designar uma pessoa de sua confiança para dirigir a ordem, cujo fundador, o Pe. Marcial Maciel Degollado, falecido recentemente, e que era amigo de João Paulo II, era pedófilo e pai de vários filhos.
Finalmente o papa começa a tomar atitudes para conter os abusos de uma ordem poderosa, Legionários de Cristo, e seu braço leigo, a Regnum Christi. Os críticos porém acham muito difícil que as duas instituições consigam se livrar dos hábitos adquiridos em muitos anos de desmandos. Para eles as duas instituições deveriam ser extintas.
Um bispo mexicano diz que em 1999 o então cardeal Ratzinger impediu a investigação das denúncias apresentadas por oito seminaristas da ordem. Em 2004, pouco antes da morte de João Paulo II, Ratzinger reabriu o processo, e em 2006 tirou as ordens do Pe. Maciel, mandando-o para uma vida de retiro e penitência. As vítimas do padre acham que isso não é pena para os seus crimes.
O Pe. Maciel conseguia, apesar do conhecimento público de sua vida sexual, se manter no poder graças a um estilo maquiavélico de governar a Legionários de Cristo.

João Paulo II parece dizer para o seu amigo fauno: "Comigo não!".

- “Santo Padre, esse padre não para de me violar”.




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