Nilton Batata fez uma análise da primeira rodada da Copa do Mundo para Leia Junto.
Para ele a Alemanha foi o maior destaque: “Sólida atrás, saindo bem para jogar à frente, ela foi sem dúvida a melhor da primeira rodada; os melhores jogadores foram também da Alemanha, os atacantes Podolski e Klose, junto com o brasileiro Robinho, que se mostrou com um futebol maduro”.
O ex-craque da seleção brasileira, campeão paulista de 1978 pelo Santos, no time apelidado de “Os Meninos da Vila”, classificou a Espanha como a maior decepção da rodada de abertura. “Não jogaram mal, tocaram bem a bola, mas não conseguiram criar situações de gol. Todos esperavam uma vitória espanhola. Acho que mais uma vez eles não conseguirão quebrar a escrita e ascender ao primeiro grupo dos campeões mundiais . Falta a tradição de time de chegada. Se encontrarem o Brasil pelo caminho, não conseguem nos ganhar.”
Sobre o jogo do Brasil, Nilton ressaltou a habilidade dos norte-coreanos em jogar bem na defesa, “o que, junto com a emoção da estréia, criou problemas para o Brasil”. E sobre os outros integrantes do grupo do Brasil, “Portugal também não jogou bem; o Cristiano Ronaldo só chutou uma bola a gol. Mas acho que se classificam Brasil e Portugal nesse grupo”.
E os atuais meninos da vila, Neymar e Ganso? ”Têm que ganhar experiência e terão tempo para brilhar na seleção no futuro”.
Sobre a Itália, outra força de primeira linha na história das copas, “não rendeu no primeiro jogo; vieram com técnico e jogadores campeões de 2006 e, como sempre, a Itália é uma das favoritas”.
Nilton Batata tem a impressão que o jogo entre Argentina e Coréia do Sul, amanhã de manhã, deverá terminar em empate. Se houver um ganhador “deverá ser a Argentina”. Ele acha que os Estados Unidos deverão passar desta primeira fase, porque “a seleção da eslovênia é muito fraca”.
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Olá Nilton, Boa Tarde…Desculpe, não estou aqui para comentar sobre seus excelentes trabalhos…mesmo assim PARABÉNS….meu nome é Cleiton Pinheiro da Silva, filho de Natalino Pinheiro da Silva….Será que isso soa familiar à vc???? Gostaria muito poder conversar contigo…mesmo que por telefone, seria possível??? Meu cel…11 – 6640.1751 e-mail.: cleiton@cromoline.com.br
Forte Abraço
É, Fausto, para repetir a palavra da moda que você usou, o diferencial era Édson Arantes do Nascimento. Ele foi a quatro copas e ganhou três. Teve grandes ajudantes, como todos sabemos, mas ele foi o abençoado. Parodioando Carlos Drummond de Andrade, um anjo lhe disse ao nascer: “Esse é o homem, e não haverá outro igual no futebol”. Não era apenas o domínio técnico total do artesanato da bola, não, era a presença, a liderança, a segurança que passava ao resto do time. Pelé em campo era meia vitória antes do apito inicial.
Quanto à Argentina, está muito bem. Seria uma grande final Brasil e Argentina.
Mas ainda tem muita água para passar debaixo dessa ponte.
É isso aí, José.
Se fossemos simplesmente comparar a seleção de 1958 com a atual, iríamos ao cinema na hora do jogo do Brasil. Mas eu acho que, nos tempos futebolísticos em que vivemos, essa é uma boa seleção. E ainda há resquícios de bom futebol em várias posições. O Júlio Cesar é um grande goleiro. O Maicon marca bem, apoia e ataca, o que ficou patente na terça-feira. E por aí vamos. Acho que no domingo alguns jogadores vão desabrochar, e um deles será o Luis Fabiano. O Dunga sacrificou o Ganso e o Neymar(nem tanto), pelo conjunto desse time. Ele tem a autoridade e a responsabilidade. Ninguém mais do que ele quer se tornar o terceiro jogador campeão do mundo a ser campeão do mundo também como técnico, junto a Zagalo e Beckenbauer. Temos que respeitar o seu estilo, pouco simpático, por sinal, mas temos que respeitar. O que li hoje nos comentários dos leitores de O Globo é um desrespeito total. As pessoas estão cegas pela raiva de o Dunga não ter convocado exatamente a seleção de cada um. Acho que em tudo na vida a gente precisa guardar um certo comedimento, e não faz bem ficar de público, debaixo de um nome fictício, desancando uma pessoa que tem currículo para estar onde está.
Estou com você e com o Zinho, “agora temos é que torcer”.
Veja só Cesar, hoje queimei a minha língua apostando na Alemanha campeã. Até penalti eles perderam! Essa é a graça do futebol: começou com a mão do Maradona e depois do arrependido Henry, depois com a expulsão do goleiro da Africa do Sul no penalti que não houve, e agora com o gol legítimo dos Estados Unidos anulado por um juiz de Mali (??)… me lembro do meu tempo de escola, aqueles campeonatos estaduais entre os colégios em que o juiz era subornado, roubava e acabava saindo correndo do ginasio com medo de apanhar. (rs) Concordo com vc que cada tempo tem lá suas peculiaridades, mas acho que apesar de organizados e disciplinados, ao contrario da última copa, deixamos alguns ‘quase craques’ e outros craques de fora. Mas quem escolhe e confia é o Dunga. Faço votos e torço para que a moçada levante o caneco e ele se dê bem.
Também estou achando que a Alemanha não chega lá, não. Com a Austrália, que não é do ramo, foi moleza, mas foi só pegarem a Sérvia — que também não é essa coca-cola toda — que o buraco se revelou bem mais embaixo. Confesso que estou temeroso com a Argentina, se bem que uma vitória ainda que maiúscula sobre a Coréia do Sul não é lá um grande termômetro pra medir favoritismo de time algum.
Itália às vezes gosta de surpreender. Em 1982 passou para a segunda fase depois de três empates insossos e saiu campeã do torneio. O problema é que não se pode surpreender sempre.
A Copa de 82 ficou na memória do brasileiro como uma bela chance desperdiçada de se conquistar o tetra, mas a realidade é que a nossa memória é muito curta. O Brasil mostrou belo futebol, é verdade, mas tirando a partida com a Argentina e a Nova Zelândia (esta última tendo sido apenas um treino de luxo) levamos um baita susto da URSS na primeira partida e um sustinho da Escócia na segunda. Contra a Itália… bem, contra a Itália nunca estivemos na frente naquela partida em Barcelona. Uma pena não termos ganho, mas perdemos para os campeões.
A última vez que o Brasil mostrou um futebol diferenciado (pra usar uma palavra que está na moda) foi na Copa de 70. Houve o susto contra o Uruguai na semifinal, é verdade, mas fora isto o escrete brasileiro sobrava em campo. Futebol bonito e de resultados. Que nunca mais foi visto de forma tão constante na nossa seleção desde então.
José,
Cada tempo tem as suas características, e o futebol vai na correnteza.
Nunca haverá, para mim, uma copa como a de 1958. A volta por cima dos fiascos de 1950 e 1954, Pelé, Garrincha, todo o time, as vitórias espetaculares sobre a Rússia de Yachin, os 5 X 2 contra a França de Kopa, e a final sensacional contra os suecos…
Mas nada daquilo teria acontecido sem João Havelange, Paulo Machado de Carvalho, Vicente Feola, Dr. Carvalhal, Dr. Mário Trigo, Paulo Amaral.
Futebol, desde aquela época, e hoje muito mais, é uma arquitetura que não funciona sem as fundações, a organização, a CBF, no caso do Brasil.
Não tenho simpatia pelo Ricardo Teixeira, sua administração é eivada de problemas, como é de conhecimento geral, mas ele dá sustentação à seleção brasileira através da CBF. Ele tem o mapa do tesouro, deixado pelo ex-sogro João Havelange. Temos cinco Copas do Mundo graças a grandes jogadores e a essa organização.
Outros países devem ter organizações iguais à brasileira, mas não têm os jogadores com a qualidade dos nossos. Acho que o Brasil continua na crista da onda, hoje em dia, graças a essa tradição e ainda a grandes jogadores.
O time atual tem mais organização do que talento futebolístico, reconheço, mas acho que ele levará o caneco para o Brasil. Não acredito na vitória final da Itália nem da Alemanha.
Cesar, depois da copa de 82 o Brasil só teve times mediocres. As copas que ganhamos foi graças a um Romário, um Bebeto e a um Ronaldo Nazário. Sempre tivemos treinadores ruins e a CBF do Ricardo Teixeira é uma piada. Apesar de torcer pelo Santos acho que o Robinho não é o cara, assim como o Kaka que está machucado não é. Não acredito que a nossa seleção traga o caneco e nem a adorável Argentina do Dieguito. Creio que ficará na Europa com a Alemanha ou até mesmo com a Itália. Ao Brasil será reservado no máximo o vice campeonato. E concordo com a Beth: o melhor do jogo do Brasil foi o gol com raça e coração do jogador coreano. O resto foi uma chatice como o Galvão Bueno (rs). Abs
Beth,
Infelizmente só pude assistir “os melhores momentos”. Gostei muito do que vi.
O gol de mão de Henry foi vingado pelos mexicanos, dizem os irlandeses.
Meninos
Eu gostei muito do jogo França x México por conta da garra que os mexicanos mostraram! Isso sim é que foi jogo, futebol dos bons, com briga, faltas de montão, juiz soltando cartão a torto e a direito…
Abs.
Caro João,
Benvindo de volta a Miami.
Continuo discordando de você, simplesmente porque ainda tem muita bola para rolar.
Veremos juntos o jogo contra a Costa do Marfim, e às 16:30 hs. de domingo saberemos quem tem razão, pelo menos com relação ao time brasileiro.
A Alemanha fez uma boa apresentação, é um time que sempre dá trabalho em Copas do Mundo, e o mesmo pode-se dizer da Argentina.
Porém, sou mais o Brasil.
Se tudo correr bem para nós… já que a tabela nos favorece nesse sentido (me dei ao trabalho de montá-la considerando um resultado de favoritismo, digamos assim) enfrentaríamos o Chile nas oitavas, a Holanda nas quartas e os Ingleses nas semifinais e perderíamos feio na final contra a Alemanha. Imaginar chegarmos na final é fruto de um grande otimismo e constatar que o traçado está cheio de equipes que não podem apresentar muito mais do que apresentaram em seus jogos de estréia.
O grande jogo da copa vai ser no outro caminho da tabela que leva a final: Alemanha contra Argentina. Os argentinos hoje apresentaram o futebol que o Brasil deveria ter apresentado no jogo de estréia depois de 15 dias de treinamento de uma equipe que mantém a base já por 4 anos. Está claro que los hermanos estão evoluindo e tem qualidade técnica para evoluir ainda mais… Já os Alemães estão no ponto, com a vantagem que não são dependentes de nenhum craque em especial para seu esquema tático funcionar, ou seja, se mantiverem a mesma qualidade de toque (onde se descobre de fato se uma equipe é boa e vitoriosa) superior a tudo que foi mostrado até agora, serão campeões.
Do que pude perceber no Brasil a estréia foi frustrante para o pessoal que é apreciador regular de futebol. Sim, em outras copas que ganhamos estreamos mal… O Dodô lembrou da grande exceção em 1970 quando o espírito alvinegro (o mesmo que deveria estar presente nessa copa nas mãos de outro alvinegro, o Santos) entrou em campo e disse ao mundo que não tinha para nós do futebol arte… Gerson arma o contra-ataque descobrindo Jairzinho na direita livre de marcação, passe de 40 metros no peito estufado do primeiro e único “Imperador”, que coloca na frente e fulmina em direção ao gol… Na máquina do tempo deveria ser Ganso para o peito de Neymar, mas isso fica para próxima Copa com outro técnico, não Dunga, o sem-verve… Mas, em todas essas má estreias o toque de bola “de quem sabe” estava presente ora aqui ora lá, dando esperança que aquilo poderia melhorar… Dessa vez só se viu a magia no passe de Robinho para Elano, o passe diagonal no espaço vazio perfeito… Algo que já se passara no Santos onde os dois já jogaram juntos… Uma ironia do destino… como que para mostrar que o castigo por ter praticamente todos os jogadores jogando fora de casa nos impede de repetir na seleção entrosamentos obtidos nos clubes, nos campeonatos regionais. As grandes seleções brasileiras (falo da excelência) foram reflexos de grandes times brasileiros da época… Que experiência internacional tinha a turma de 58, 62 e 70??? Experiência internacional eles tiveram jogando pela seleção.
Torço para que esteja sendo precipitado e equivocado. Embora torça muito pela qualidade do futebol (único esporte que gosto) se o Santos de hoje jogar contra o Botafogo (como tive a oportunidade de assistir a umas semanas atrás) vou torcer para a estrela solitária, não por quem jogou bonito ou melhor. Nãooo, mesmo estando seco para fazer picadinho verborrágico com o principal responsável pela perca de característica… vou torcer para que o Brasil vença mesmo jogando mal.
Marcos,
Difícil falar de futebol sem usar clichês.
Acho que o Brasil fez uma boa partida de estréia. Mas esta copa está parecendo que vai se tornar difícil conforme avança(mais um clichê). O que quero dizer que estou com medo da Argentina, com o Messi jogando bem.
Fausto,
Lembrei-me da crônica que o José Carlos de Oliveira(Carlinhos de Oliveria) fez para o JB no dia daquele jogo de 1966 contra os búlgaros: “Olhai os Búlgaros no Campo”. Infelizmente não consegui encontrá-la na Internet.
Os comentários do Nilton são muito clichê, mesmo em se tratando de dutebol, onde as máximas abundam e são repetidas à exaustão. Eu mesmo disse antes que paira uma maldição sobre a Espanha, de quem todos muito esperam, mas dela não sai nada, só vexame. Mas não dá para dispensar o Ganso diante do banco brasileiro, isso para não falar de “titulares” como Gilberto Silva e Felipe Melo. Não dá.
Na Alemanha, o melhor mesmo foi o Ozil, depois o Thomas Muller. O Klose não joga nada (com o pé perdeu no mínimo 2 gols feitos) e o Podolski é meio tanque.
Quanto ao Brasil, permanece o mistério quanto aos seu destino na Copa. Quem sabe, jogando contra times melhores, eles se concentrem mais. Pô, isso é mais um dos clichês do futebol!
Evandro,
Em 66 o Brasil estreou relativamente bem, 2×0 sobre a Bulgária em duas bolas paradas que Pelé e Garrincha converteram. O que se seguiu após esta partida é que foi deprimente…
Dodô,
Completamente dentro da normalidade. E, repito, o gol norte-coreano foi um toque de despertar para a defesa. Boa, diria, ótima vitória. Acredito que Portugal e Costa do Marfim terão muita dificuldade com esses norte-coreanos. Eu não vejo improvável a sua classificação junto com o Brasil.
Sou completamente nelsonrodriguiano no que tange à seleção. Num torneio em que pesa pesadamente a tradição e a experiência, o Brasil já começa com 30% de chance de ser campeão.
Os outros que lutem para dividir os 70% restantes.
Caros colegas de torcida,
Beth é a nossa consciência crítica, em meio à paixão que tentamos camuflar de objetividade. A verdade histórica é que, em todas as copas que venceu, o Brasil só estreou com brilho em 1970. E mesmo assim começou perdendo para os thcecos, antes de chegar aos 4X1. Em 58, o primeiro tempo contra Áustria teve só um golzinho do Mazola. Quem decidiu a partida foi o gênio Nilton Santos, chegando como revolucionário(para a época) zagueiro-atacante, logo no começo do segundo tempo e desmontou o rígido e jurássico WM do adversário. Em 62, Pelé fez o primeiro, e imaginávamos que viria uma goleada, mas só o que aconteceu daí pra frente foi o gol que Zagallo fez de susto, talvez sua única cabeçada em toda a carreira.
Em 94, ganhamos dos russos também de 2X0 (um gol de penalty), sem entusiasmar ninguém. No penta, quem marcou primeiro na estréia foram os turcos. Ronaldo, tão fora de ritmo como Kaká e Luís Fabiano ontem, empatou; só ganhamos por que o Luisão inventou um penalty e o juiz entrou na dele – a falta foi fora da área.
Considerando o retrospecto, acho que a vitória de ontem está dentro da normalidade.
Vuvuzelas para todos.
Dodô (ex-ponta direita,como o Nilton Batata) mas nas peladas de praia.
Fausto,
Fique à vontade, meu amigo, eu me sinto completamente à vontade ao ser corrigido e criticado. Se voce não tivesse feito a correção, o Nilton Batata leria “Costa do Marfim” e ficaria furioso com o meu erro.
Conheci recentemente uma pintora holandesa que me disse que em 1974, o pai dela jogou o aparelho de TV do sexto andar por causa da derrota para a Alemanha. Sua mãe, em 1978, antes do jogo final em que a Holanda perdeu para a Argentina, avisou que se ele jogasse a tv pela janela de novo ela se divorciaria.
Em 1954, quando todos esperavam que a Hungria quebrasse o tabu, quem quebrou inesperadamente o tabu foi a Alemanha. O time húngaro era uma máquina de fazer gols, meteu dois a zero na Alemanha no primeiro tempo, e levou três gols no segundo tempo. A comoção foi geral. A Hungria nunca mais conseguiu voltar a ter um grande time.
Beth,
Deixei claro ;o)) que eu estava fazendo piada.
Você é brasileiríssima, todos sabemos.
Eu achei o gol deles muito bonito também, e um sinal de alerta para a defesa brasileira, que relaxou com os 2 X 0 e se descuidou.
Abração
Cesar,
Te peço desculpas. Apontar os erros dos outros é deselegância (às vezes até necessária, mas…). Pensei que o texto acima fosse um cut-and-paste de um texto do Batata — este sim tem a obrigação de não errar, já que é comentarista de esportes da ESPN. Você e eu podemos errar à vontade.
Hungria (1954) e Holanda (1974) foram dois timaços que mereciam ter furado a barreira da elite futebolística. Infelizmente isto não aconteceu. E, curiosamente, nos dois casos foi a Alemanha que evitou que isto acontecesse.
F.
Cesar
Lesa-pátria de quem???
Eu sou brasileiríssima e achei a nossa seleção uma boa droga nesse jogo!
Só quero ver quem provar aqui que o Brasil jogou muitíssimo bem…
Risos e abs.
Fausto,
1) O erro não foi do Nilton Batata. O erro foi meu. Será contra a Coréia do Sul, o jogo da Argentina.
2) Concordo 100% com você com relação à tradição na Copa do Mundo. Muita gente não entende isso. Os americanos enchem a boca para proclamar a Espanha como a grande candidata desse ano. Já tropeçaram feio hoje.
É claro que sempre há a possibilidade de uma surpresa, de que alguém fora deste grupo de elite fure a barreira e vença. Foi assim em 1958, com o Brasil. Mas algum país formar um time excepcional como aquele, não será fácil.
Braaaaaaaaaasil!
Beth,
Sua declaração de lesa pátria ;o)) lhe valerá férias de 16 anos na Coréia do Norte, concedidas pelo grande líder Kim Jong-Il.
Gostaria que o Nilton Batata revelasse em qual canal vai passar o jogo Argentina x Costa do Marfim, já que os dois times estão em grupos (chaves) diferentes. A C do M por sinal é do grupo do Brasil.
Brasil, Alemanha, Itália, Argentina.
Sabem quantas finais de Copa do Mundo não contaram com pelo menos um destes times?
Nenhuma.
É isso aí. Dezoito finais, e em cada uma delas pelo menos um dos “quatro grandes” estava presente.
Claro, houve outros finalistas: Uruguai, França, Suécia, Hungria, Tchecoslováquia, Holanda. Mas os “quatro grandes” dominam a cena.
Em Copa do Mundo, tradição vale pacas.
F.
Cesar
Podem me crucificar mas eu achei o gol daquele coreanozinho o máximo!
Para mim foi o momento mais animado do jogo, risos.
Abs.